Vicky Cristina Barcelona e Woody Allen

2 04 2009
73 anos de algumas neuroses e muito talento

73 anos de algumas neuroses e muito talento

Woody Allen é um hiperativo. Basta olhar qualquer retrato dele – e mesmo na condição imóvel do retrato ele passa uma aura inquieta. E assim o é. A profusão de filmes realizados em sua extensa cinematografia obriga qualquer fã corajoso que resolva colocar a lista de obras em dia, a separar uma fatia grande de seu tempo para fazê-lo.

O último deles é Vicky Cristina Barcelona (2008). A história de duas americanas que viajam à cidade espanhola atrás de respostas que a vida no país natal não oferecia. Vicky (Rebeca Hall) procura familiarizar-se com a cultura catalã para enriquecer sua tese de mestrado em algum campo da sociologia. Cristina (A sex symbol e queridinha de Allen, Scarlett Johansson) é movida por objetivos menos palpáveis, que transitam entre o amor e o sexo. Nessa busca, ambas se deparam com o pintor catalão Juan Antonio Gonzalo (Javier Barden). Homem de sensibilidade para as artes e casamento conflituoso e até violento com a ex-esposa María Elena (Uma atormentada Penélope Cruz).

É da relação desses quatro, sobretudo, que o filme trata. Ou da impossibilidade dessa relação, negada pelas limitações e vícios das personalidades de cada um. Claro que na trama de 96 minutos não faltam os clássicos diálogos extensos e de frases curtas e certeiras de Woody Allen. Como sempre, cada personagem principal é uma extensão da inquietação do cineasta nova-iorquino mais famoso do mundo.

Toma uma prova do filme:

 


Ações

Informação

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s




Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.